A The Navigator Company reforça o apoio aos produtores florestais afetados pela tempestade Kristin, com um novo conjunto de medidas para acelerar a recuperação da atividade e apoiar a reposição das áreas afetadas. O pacote agora disponibilizado inclui medidas como acesso a crédito e moratórias, apoio técnico para candidaturas a fundos públicos, aconselhamento no terreno ou oferta de plantas para replantação das áreas afetadas, com o objetivo de responder de forma direta aos impactos no terreno.
Estas medidas, que abrangem os membros do Clube Produtores Florestais Navigator, dão continuidade ao apoio já anteriormente anunciado, em que a empresa agiliza a receção de madeira fina dos concelhos afetados pela tempestade, reforçando a sua atuação junto dos proprietários e o compromisso com a recuperação da fileira florestal.
No plano financeiro, a Navigator dinamiza a parceria estabelecida com o Crédito Agrícola, com o objetivo de agilizar o acesso a instrumentos de financiamento essenciais à recuperação da atividade dos produtores.
Neste âmbito, os produtores poderão beneficiar de condições destinadas a reforçar a liquidez e apoiar o investimento, nomeadamente através de linhas do Banco Português de Fomento, quer na vertente de investimento, quer de apoio à tesouraria, bem como da possibilidade de acesso a moratórias nos financiamentos contratados junto do Crédito Agrícola.
Este eixo visa assegurar condições para uma retoma célere da atividade económica, reduzindo o impacto imediato da tempestade e criando bases para uma recuperação sustentada das explorações.
Em paralelo, a Navigator estabeleceu uma parceria com a AGROGES para prestar apoio técnico especializado aos produtores. Este acompanhamento inclui apoio na identificação e reporte de prejuízos, bem como no acesso a apoios públicos disponíveis, como candidaturas à agricultura, incentivos à manutenção do emprego, regimes simplificados de layoff e isenções de contribuições para a Segurança Social.
Desta forma, os produtores passam a ter apoio concreto na navegação dos mecanismos disponíveis, num momento particularmente exigente para o setor.
No eixo florestal, a Navigator reforça um conjunto de soluções orientadas para a recuperação das áreas afetadas e para a valorização do potencial produtivo da floresta, com foco na reposição de capacidade e na promoção de uma gestão ativa do território.
Entre as medidas disponíveis está a oferta de plantas através dos Viveiros Aliança – dos maiores da Europa e responsáveis pela produção de mais de 130 espécies de árvores e arbustos – para apoiar a rearborização e a reposição do potencial produtivo.
A empresa disponibiliza ainda o programa Winwood, que apoia o investimento em operações silvícolas e assegura acesso a conhecimento técnico especializado dirigido a proprietários que pretendem recuperar e revitalizar as suas áreas florestais, mantendo a sua gestão ativa, sem necessidade de arrendamento ou venda das propriedades.
Adicionalmente, o programa Premium disponibiliza a todos os proprietários um apoio técnico gratuito, com visitas ao terreno e acompanhamento ao longo do processo, com o objetivo de melhorar a produtividade e a rentabilidade das propriedades.
Por fim, a Navigator assegura também soluções para arrendamento e aquisição de terrenos, assegurando a gestão ativa dessas áreas, bem como mecanismos de compra de madeira, que permitem agilizar a remoção e valorização da produção afetada, evitando a sua desvalorização e promovendo maior eficiência na cadeia de abastecimento.
Estes apoios destinam-se exclusivamente aos concelhos afetados pela tempestade Kristin e são válidos para os membros do Clube Produtores Florestais Navigator, que conta já com mais de 800 membros. Os proprietários que ainda não integrem o clube podem aderir de forma simples, confirmando a titularidade dos terrenos florestais.
Com este conjunto de medidas, a Navigator reforça o seu compromisso com os produtores florestais e com a sustentabilidade da fileira. A empresa tem vindo a apostar de forma consistente em iniciativas que promovem a capacitação dos produtores, o acesso a financiamento e a adoção de boas práticas, contribuindo para uma floresta mais produtiva, resiliente e sustentável.