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Syngenta dá dicas para o tratamento de árvores de fruto no inverno

Syngenta20/11/2020

Cada estação exige cuidados distintos nos pomares. Neste artigo, a Syngenta analisa questões básicas sobre o tratamento de árvores de fruto no inverno e dá alguns conselhos também para o outono.

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As mudanças típicas da estação, como a queda das folhas, causam pequenas lesões nas plantas, através das quais entram fungos e bactérias. Por isso, aconselha-se uma rápida intervenção com produtos cúpricos, de modo a favorecer a cicatrização e impedir possíveis infeções.

Alguns produtos fitossanitários oferecem além disso uma fórmula de tratamento especial para a redução das formas hibernantes dos fungos e bactérias. São eficazes contra a lepra, o crivado, a ferrugem, a cytospora ou a mancha bacteriana nas prunóideas e na amendoeira. No caso das pomóideas podem atenuar os estragos originados por fungos causadores de septoriose, ferrugem e pedrado.

Por tudo isto recomenda-se um tratamento preventivo à base de cobre, que deve ser aplicado tanto nas folhas que ficaram na árvore, como nos ramos nus.
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Quando chega a estação fria deve realizar-se nova aplicação de cobre, apenas em dias com humidade não excessivamente elevada. Além da aplicação em árvores de fruto, também se recomendam tratamentos cúpricos em kiwi, diospiro, figueira, romã, oliveira, amendoeira, etc.

Em suma, em todas as espécies fruteiras. Com isto consegue-se um maior controlo ou diminuição de várias doenças, nomeadamente, a lepra, o crivado, a ferrugem, a cytospora, o oídio, o pedrado, a septoriose, a estenfiliose e a mancha bacteriana.

Noutros casos pode ser interessante acrescentar um inseticida para reduzir as populações de aranhiço vermelho, psila e cochonilha de São José ou Quadraspidiotus perniciosus, caso na campanha anterior tenham ocorrido problemas crescentes com estas pragas.

Damos alguns conselhos básicos para a melhoria da aplicação do tratamento, que deve ser efetuado sempre após a realização da poda:

  • O tratamento à base de cobre para árvores de fruto no Inverno atua por contato. Pelo que deve assegurar-se a correta impregnação de todos as partes da árvore, incluindo os ramos mais altos.
  • Respeitar as normas de segurança sobre aplicação de tratamentos potencialmente causadores de fitotoxicidade, sobretudo os que possam afetar as culturas adjacentes.
  • Não aplicar com tempo chuvoso, com geadas ou vento. Realizar a pulverização sempre com temperaturas acima dos 5°C.
  • Deixar um intervalo mínimo de 30 dias entre aplicações de tratamentos com óleos.

Na Syngenta trabalhamos constantemente para lhe garantir os melhores produtos para proteger a sua colheita. Recomendamos-lhe o cobre líder de mercado em Portugal:

Cuprocol:

É um fungicida à base de oxicloreto de cobre com ação preventiva e amplo espetro de ação no controlo de vários fungos causadores de doenças em espécies fruteiras. Está homologado nas seguintes culturas: oliveira, vinha, macieira, pereira, nespereira, ameixeira, amendoeira, pessegueiro, cerejeira, damasqueiro, ginjeira, citrinos, tomateiro e morangueiro.

O Cuprocol tem um alto teor de cobre e é formulado como suspensão concentrada (líquido), o que facilita a preparação da calda e a aplicação. A sua eficácia é maximizada pelo tamanho reduzido das partículas da substância ativa.

O processo de moagem do oxicloreto de cobre, usando micro-bolas de zircónio, garante partículas de substância ativa de tamanho abaixo da micra. O resultado é a maior homogeneidade de cobertura da superfície das plantas tratadas com Cuprocol.

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